Blog da Turma do Açude - UOL Blog

Final do tênis é transferida de local

André Durão /GLOBOESPORTE.COM

A chuva prejudicou mais uma vez a realização da final do tênis masculino dos Jogos Pan-Americanos Rio 2007. As partidas da chave simples e duplas, que aconteceriam a partir das 11h no Clube Marapendi, foram transferidas para a Academia do Tênis, um centro de treinamento do esporte, localizado no Recreio dos Bandeirantes.

Os tenistas e organizadores do evento já estão a caminho do local. O jogo começará assim que eles chegarem. Assim como a disputa pelo bronze, na tarde de sábado, o público não terá acesso aos jogos. Quem desejar, poderá pedir a devolução do dinheiro gasto com os ingressos na Rua Lauro Müller, 116, sala 1403, no horário comercial.

O mau tempo também foi o responsável pela mudança do local das decisões pelo bronze, no simples e duplas, na tarde de sábado. As partidas foram transferidas para o mesmo centro de treinamento, sem a presença do público. Já os jogos entre Flávio Saretta e Adrian Garcia, e Eduardo Schwank/Horacio Zeballos e Adrian Garcia/Jorge Aguilar foram transferidos para este domingo.

   

Real quer Kaká de toda maneira

Agência
Real quer que Kaká tenha a mesma postura de Zidane e Ronaldo

A notícia dada em primeira mão pelo GLOBOESPORTE.COM de que o Real Madrid ofereceu € 90 milhões (R$ 233 milhões) ao Milan por Kaká movimentou a imprensa européia. Neste domingo, o jornal espanhol "As" diz que o clube merengue pode até aumentar a proposta se o meia brasileiro mostrar claramente seu desejo de mudar de time.

Segundo o diário, o presidente Ramón Calderón gostou de saber que as pessoas ligadas a Kaká acreditam que o craque vai aceitar a oferta, como o GLOBOESPORTE.COM mostrou. O assessor de imprensa do jogador, Diogo Kotscho, disse que "esta é uma oportunidade que o Kaká deve pensar muito bem".

De acordo com o "As", o Real poderia oferecer até € 100 milhões (R$ 262 milhões) ao clube italiano. Porém, exige que Kaká deixe claro a Silvio Berlusconi, presidente do Milan, que quer jogar pelo Real. Assim, teria a mesma postura dos primeiros galácticos, que forçaram a saída de seus clubes: Figo (Barcelona), Zidane (Juventus), Ronaldo (Inter de Milão) e Beckham (Manchester United).

Com arrancada final, Franck Caldeira leva ouro na maratona

Em uma prova decidida nos últimos dois dos 42 quilômetros de percurso, o brasileiro Franck Caldeira conquistou a medalha de ouro na maratona masculina disputada neste domingo, último dia de competições dos Jogos Pan-Americanos ao terminar a prova em 2h14min03. A medalha de prata ficou com o guatemalteco Amado García, que liderou quase toda a prova, até ser surpreendido por Caldeira, em arrancada fulminante nos dois quilômetros finais, e finalizou a corrida em 2h14min27 O mexicano Franco Procópio levou o bronze, com o tempo de 2h15min18.

AFP
Já com a bandeira brasileira, Franck Caldeira chega para ganhar a maratona
Aos 24 anos, Caldeira, que é o atual vencedor da corrida de São Silvestre, não era considerado um dos favoritos da prova. A principal aposta brasileira era o veterano Vanderlei Cordeiro, de 37 anos, medalha de bronze em Atenas-04, que tentava o tricampeonato, depois de dois ouros seguidos em Winnipeg-99 e Santo Domingo-03. Mas Cordeiro, que chegou a liderar na primeira metade do percurso, sentiu cãibras e abandonou a prova.

"Foi uma prova tática. O ritmo foi forte, diferentemente do que normalmente acontece, ainda mais no final, mas foi tudo perfeito. Nem a chuva atrapalhou, foi uma pancada rápida. A temperatura estava ideal", disse Caldeira, ainda ofegante. O vencedor cruzou a linha de chegada mancando. "É só uma bolha, coisa normal, de maratona", minimizou ele, com o pé esquerdo sangrando.

Foi na marca dos 10 quilômetros finais que Franck Caldeira passou à segunda posição. A 20 km/h, passou a perseguir o guatemalteco Amado Garcia, que ainda liderava com tranquilidade, a 130 m à sua frente. A quatro quilômetros do fim, Caldeira baixou a vantagem para 35 m.

Caldeira passou a maior parte do trajeto no segundo pelotão, atrás do guatemalteco Amado Garcia, que liderou desde os primeiros metros. Sob forte chuva, o brasileiro, que faz sua estréia no Pan, fez uma arrancada para assegurar o ouro para o país.

O próprio guatemalteco se surpreendeu com Caldeira. "Eu estava bem, corri sozinho a prova toda, e cheguei a pensar que se mantivesse meu ritmo, venceria. Mas então veio o Franck, do nada. Só pensei: 'Caramba!', mas ele me passou", brincou Garcia.

O trajeto, de 42.195 km, teve largada na praia do Pepino, em São Conrado, passando pela Avenida Niemeyer até o Leblon, onde os maratonistas seguiram pela orla de Copacabana e Leme, até o túnel para Botafogo, e depois ao Parque do Flamengo.

Após o primeiro trecho, na subida até o Leblon, os dois atletas mexicanos, Francisco Bautista e Procópio Franco, os guatemaltecos Alfredo Arevalo e Amado Garcia, e, um pouco atrás, o equatoriano Slvio Guerra formavam o primeiro pelotão. Os brasileiros Vanderlei Cordeiro de Lima e Frack Caldeira se mantiveram no segundo grupo, a cerca de 120 metros de distância.

Na entrada de Copacabana, os mexicanos tomaram a liderança do pelotão. Vanderlei passou à frente do segundo grupo. Franck tomou o terceiro posto do segundo grupo, atrás do norte-americano. Na orla, o veterano equatoriano Silvio Guerra e o venezuelano Jose Alejandro Semprum se alternaram na liderança, puxando o ritmo da prova.

Na passagem pelo Leme, onde os corredores rumaram ao túnel do Pasmado, em direção à praia de Botafogo, o mexicano Procópio Franco passou à frente do grupo. O segundo pelotão, com Vanderlei na ponta, diminuiu a vantagem para 90 metros aos primeiros colocados.

Na entrada do Parque do Flamengo, com 16 km percorridos, Vanderlei encostou no primeiro pelotão, e foi formado um único grupo. O brasileiro logo passou a figurar entre os líderes da prova, atrás da dupla da Guatemala. Já no Parque, local da chegada, Vanderlei passou a liderar a disputa pela primeira vez. O medalhista de bronze em Atenas-2004, no entanto, acabou abandonado a prova na sua parte final.

Do lado do brasileiro, o cubano Norbert Gutierrez ganhou destaque no primeiro pelotão. Gutierrez era dúvida para a prova, uma vez que a delegação cubana deixou a Vila Pan-Americana na noite do sábado, após ordens do líder do país, Raul Castro. Gutierrez, no entanto, permaneceu para a maratona.

Na altura do km 19, próximo ao aeroporto santos Dumont, os guatemaltecos, liderados por Amado Garcia, dispararam, e obtiveram uma boa vantagem de 35 metros dos demais corredores. Correndo a 18 km/h, Garcia se consolidou como primeiro colocado depois dos 25 km. Franck Caldeira passou a liderar o segundo pelotão, quando deu início à perseguição.

A 10 km do fim, o guatemalteco Garcia aumentou o ritmo e, seguro, a 200 m à frente dos demais, apertou o passo, já na volta do percurso. Garcia só foi perder a liderança para Caldeira nos dois quilômetros finais, já no Parque do Flamengo, sob forte chuva.

O recorde mundial da prova pertence ao queniano Paul Tergat, que cravou 2h04min55 em Berlim, em 2003. O melhor índice pan-americano é de Jorge Gonzalez, de Porto Rico, que fez 2h12min43 no Pan de Caracas-1983.

Revezamento 4x100 m do Brasil é tricampeão pan-americano

O Brasil conquistou o tricampeonato pan-americano no revezamento 4x100 m. Neste sábado, no estádio João Havelange, o Engenhão, o quarteto formado por Vicente Lenílson, Rafael Ribeiro, Basílio Moraes e Sandro Viana cruzou a linha de chegada em 38s81.

EFE
Sandro Viana (d) fechou o revezamento do Brasil e cruzou a linha de chegada em 1º...
EFE
... para garantir o tricampeonato do time verde-amarelo em Jogos Pan-Americanos
Na saída da prova, o quarteto se abraçou e cantou. O mais animado após a prova era Vicente Lenílson, o mais experiente do grupo. "Estou com a adrenalina a mil. Antes, tive que esconder a minha tristeza por não ter ido bem nos 100 m rasos, porque sabia que poderia prejudicar o grupo. Mas agora, a maior satisfação é ver a felicidade desses caras", comemorou.

Nos Jogos de Winnipeg-1999, Claudinei Quirino, André Domingos, Raphael de Oliveira e Edson Luciano venceram com 38s18, marca que ainda é recorde do Pan.

Em Santo Domingo-2003, já com Lenílson no lugar de Raphael, o Brasil marcou 38s44. Na pista, o quarteto nacional foi prata, mas herdou o ouro depois que um dos integrantes do time dos Estados Unidos foi flagrado em um exame antidoping. Com isso, os brasileiros ficaram com o ouro.

"São mais de 12 anos de revezamento, então já tenho a manha de entregar o bastão na frente", afirmou Lenílson. "Sabia que a gente tinha chance de ouro, que era só saber conquistar."

Sandro Viana, que fechou a prova, contou que mal conseguiu enxergar devido à chuva. "Não via nada. Não tinha certeza em que posição estávamos. Só vi o Basílio pisando na marca e fui embora. Fui perceber que o ouro era nossa quando ouvi a torcida gritando", disse Viana, enrolado na bandeira brasileira.

Basílio, que dedicou o ouro ao irmão, o ex-atleta Ranieri Moraes, que sofreu um acidente de moto, não conteve as lágrimas. "Essa medalha é pra ele", balbuciou. Basílio disse que a chuva foi um sinal de sorte, já que a equipe estava acostumada a correr com o mau tempo. "Treinamos em São Paulo debaixo de chuva. E hoje, quando começou a garoar, já sabíamos que seria vantagem nossa."

Rafael Ribeiro, o novato do Brasil, que foi o segundo a correr, falou da importância da conquista para a nova geração do atletismo.

A prova deste sábado foi disputada em pista molhada pela forte chuva no Rio de Janeiro. Sandro Viana, que havia sido desclassificado da final dos 200 m nesta sexta-feira, depois de terminar em quarto lugar (ele saiu de sua raia), fechou a prova para o Brasil no revezamento, à frente do Canadá, que levou a prata com 38s87. O bronze foi para os Estados Unidos, com 38s88.

Mulheres decepcionam
No revezamento 4 x 100 m feminino, as brasileiras empataram no quinto, ao lado de São Cristóvão e Névis. O quarteto, formado por Thatiana Ignacio, Lucimar Moura, Thaissa Presti e Luciana Santos obteve 44s14. As vencedoras foram as jamaicanas, com 43s58. A medalha de prata ficou com as norte-americanas, que marcaram 43s62. A equipe de Cuba levou o bronze, com 43s80.

"Com essa chuva toda, não rendemos o que dava", lamentou Lucimar Moura, que apostava em um pódio conjunto após ficar fora da final dos 100 m. "Jamaica e Estados Unidos estão com velocistas muito fortes. No geral, o resultado não foi ruim, porque essa prova é muito forte no Pan. As melhores do mundo estão aqui."

Nos outros revezamentos do sábado, os 4 x 400 m masculino e feminino, o Brasil obteve somente a sexta posição com os homens, e o quinto lugar com as mulheres. A equipe formada por Eduardo Vasconcelos, Sanderlei Parrela, Anderson Santos e Fernando Almeida obteve 3min05s87, e ficou atrás de Bahamas, Estados Unidos e República Dominicana, que levaram ouro, prata e bronze, respectivamente.

No feminino, Maria Laura Almirão, Emmily Pinheiro, Lucimar Teodoro e Josiane Tito marcaram 3min28s89 e ficaram em quinto. Cuba levou o ouro com 3min27s51, seguida por México, medalha de prata com 3min27s75, e Estados Unidos, bronze com 3min27s84.

"Não fomos muito bem na prova, mas o índice foi bom", amenizou Emmily. "Agora temos que pensar no Mundial (em Osaka, no Japão) que vem aí, e usar o tempo que temos para corrigir os erros daqui."

Pódio do vôlei tem homenagem a Ricardinho e ausência de Cuba

O pódio do torneio masculino de vôlei dos Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro foi marcado pela ausência de Cuba, terceira colocada na disputa. Já o Brasil, campeão, fez uma homenagem ao levantador Ricardinho, cortado pelo técnico Bernardinho antes do Pan.

Flávio Florido/UOL
Comemoração do grupo brasileiro inclui homenagem a Ricardinho, na bandeira
Os jogadores carregaram no pódio uma bandeira brasileira com os dizeres "Pequim 08", "17", "lembre-se do nosso pacto" e "você faz parte da nossa família", uma clara alusão a Ricardinho. O camisa 17 da seleção fez um pacto com o restante da equipe para que todos disputassem a Olimpíada de Pequim no ano que vem.

De acordo com o meio-de-rede Rodrigão, a idéia da homenagem partiu de Giba, principal amigo de Ricardinho no grupo. Todos os jogadores assinaram a bandeira.

"O Ricardo é um líder dentro desse grupo. Todo mundo queria que ele jogasse", disse o líbero Escadinha. "O Ricardinho faz parte desta família. Ele ainda está muito chateado, mas tem muita vontade de voltar", completou o meio-de-rede Gustavo.

Capitão do time no Pan-Americano, Giba reforçou o pedido, mandando um recado ao colega. "Ricardinho, você ainda faz parte desse grupo. Pequim vem aí. Você vai estar em casa ou aqui dando peixinho com a gente?", intimou o atacante, em entrevista ao canal Sportv .

O pódio não ficou órfão só de Ricardinho. A seleção cubana de vôlei, que venceu a Venezuela na disputa do terceiro lugar, antecipou a sua volta à ilha caribenha. O ato - que foi vaiado pela torcida no Maracanãzinho - teria sido motivado por uma suspeita de deserção em massa.

Os Estados Unidos, que ficaram com a prata, receberam aplausos do público, diferentemente do que aconteceu com atletas norte-americanos de outras modalidades.

Já o Brasil, que não ganhava o Pan desde os Jogos de Caracas-1983, foi ovacionado pela torcida. Os jogadores brincaram muito durante toda a cerimônia.

Nos bastidores, Bernardinho, com a filha Júlia no colo, tinha os olhos marejados enquanto via os jogadores subirem ao pódio para receber as medalhas douradas.

O governador do Rio, Sérgio Cabral, o presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e do Comitê Organizador do Pan (Co-Rio), Carlos Arthur Nuzman, e o presidente da Confederação Brasileira de Vôlei (CBV), Ary Graça, entregaram as medalhas na cerimônia.

Uruguai derruba Argentina e conquista medalha inédita

 

O aguerrido time do Uruguai não desistiu em nenhum momento da partida e conquistou uma medalha inédita no basquete. A equipe derrotou a Argentina por 99 a 93, na prorrogação, e levou o bronze no Pan do Rio.

Reuters
Em uma vitória inacreditável, o Uruguai conquistou uma medalha inédita no Pan
A equipe perdia por 17 pontos no primeiro tempo e por até oito pontos a menos de dois minutos do fim da partida, mas conseguiu o empate no tempo normal e a virada nos cinco minutos extras.

Este foi o terceiro pódio do país nos Jogos de 2007. As únicas medalhas uruguaias conquistadas no Rio até este domingo haviam saído na vela (prata na classe snipe com Pablo Defazio e Eduardo Medici) e no ciclismo (bronze com Milton Wynants na prova por pontos na pista).

Assim como na primeira fase, quando a Argentina venceu por 71 a 69, os dois arqui-rivais fizeram um confronto bem equilibrado, definido apenas nas últimas posses de bola, em duelo de lances livres - foram sete atletas excluídos com cinco faltas.

A 1s4 do estouro do cronômetro do quarto período, o pivô uruguaio Seabastian Izaguirre apanhou um rebote ofensivo e empatou a partida em 81 a 81. O armador Facundo Sucatzky ainda teve a chance de acabar com o jogo, mas errou um arremesso de média distância, livre, da 'zona morta'.

Na prorrogação, os uruguaios foram combativos e brecaram o ataque adversário em duas investidas no primeiro minuto e conseguiram leve

O time que perdeu a semifinal para Porto Rico por 89 a 80 começou ganhando por 15 a 14. O nervosismo do time celeste era evidente, e a volta para o segundo quarto foi o suficiente para que os argentinos conseguissem abrir uma larga vantagem sobre os adversários. O Uruguai marcou apenas oito pontos e terminou com 23, enquanto a Argentina deslanchou ao terminar com 40 pontos.

No terceiro quarto, porém, a equipe que foi superada pelo Brasil conseguiu mais pontos (32) do que havia feito nos dois primeiros e diminuiu a desvantagem que era de 17 pontos para apenas um. O placar terminou em 56 a 55.

O grande nome dos medalhistas de bronze foi uma surpresa, o armador Fernando Martinez, de 1,75 m, que somou 24 pontos - sua média no torneio, até então, era de apenas 2,5, tendo disputado duas das quatro partidas de sua seleção. Pelos adversários, o ala-pivô Diego Logrippo anotou 23 pontos.

Ainda neste domingo, às 11h, o Brasil enfrentará o time de Porto Rico pela disputa da medalha de ouro.

Pedro Veniss erra, e Brasil perde a liderança nos saltos

O cavaleiro brasileiro Pedro Veniss, antes líder da prova individual de saltos, perdeu o posto na preliminar da final na manhã deste domingo ao derrubar um obstáculo no percurso. A falta lhe rendeu 4 pontos, o que deixou-o na quinta colocação até agora com 6,84 pontos perdidos.

EFE
Pedro Veniss perdeu o primeiro lugar e agora está na quinta colocação dos saltos
Já Rodrigo Pessoa, atual campeão olímpico, que era o quarto, ganhou uma posição ao zerar a prova desta manhã. Ele e Rufus não tiveram problemas em fazer o tempo de 71s13 no Complexo de Deodoro, no Rio de Janeiro, e conseguirem 5,74 apenas de pontos.

Assim como aconteceu na disputa por equipes, os canadenses são os maiores rivais pela briga do ouro na final na tarde deste domingo. Jill Henselwood não fez falta e ficou com 4 pontos perdidos. Outro canadense, Ian Millar é o segundo colocado, com 4,29 pontos perdidos.

Bernardo Alves também saltou e foi bem. Tem a sexta colocação, com 9,09 perdidos. O brasileiro foi beneficiado pela má prova da norte-americana Lauren Hough, que teve mais de duas faltas.

Na sexta-feira, o Brasil foi campeão por equipes com Pedro Veniss, Rodrigo Pessoa, Bernardo Alves e César Almeida. A medalha de ouro foi a quarta na história desta prova para os brasileiros. No individual, porém, o país carece de um primeiro lugar ainda em Jogos Pan-Americanos.

Brasil ganha mais um ouro na GRD e repete campanha de 2003

O Brasil encerrou neste sábado a sua participação na disputa da ginástica rítmica dos Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro com a mesma campanha apresentada quatro anos atrás, em Santo Domingo-2003: três medalhas de ouro e uma de bronze.

EFE
O Brasil encerrou com a mesma campanha apresentada quatro anos atrás: 4 medalhas
O último ouro foi conquistado na prova que encerrou a modalidade no Pan, a disputa por conjuntos com três arcos e duas maças. Tayanne Mantovaneli, Nicole Muller, Marcela Menezes, Daniela Leite e Luisa Matsuo fizeram uma atuação impecável e receberam nota 14,750. Cuba ficou em segundo lugar, com 13,875, e o México em terceiro, com 12,900.

Os outros dois ouros foram conseguidos também pela equipe, na disputa geral e na prova de cinco cordas. O bronze foi obtido por Ana Paula Scheffer no arco.

No Pan de Santo Domingo, o Brasil também teve três ouros por equipes e um bronze individual (com Tayanne Montavanelli nas maças).

Como aconteceu em todas as outras apresentações da equipe brasileira de ginástica rítmica no Pan do Rio de Janeiro, a despedida das meninas empolgou o público. O conjunto deixou o tablado aplaudido de pé e aos gritos de "é campeão".

Na apresentação, uma pequena falha. Em um dos movimentos o arco tocou o solo, mas nada que comprometeu a vitória brasileira. Tanto que quando a nota foi divulgada, as ginastas se abraçaram bastante, com a certeza da medalha.

"Em setembro, vem o Mundial da Grécia, que é classificatório para a Olimpíada, e lá não podemos vacilar. Depois do Pan, vamos continuar treinando", afirmou a ginasta Luisa Matsuo, 18, que estuda para entrar na faculdade de contabilidade.

Saretta vira jogo e vai brigar pelo ouro na chave de simples

Flávio Saretta, cabeça-de-chave número 1, esteve perto de ser eliminado, mas virou o jogo e se classificou para a final do torneio de simples dos Jogos Pan-Americanos. Nesta sexta-feira, o tenista paulista venceu o argentino Eduardo Schwank por 2 a 1 (3-6, 7-5, 6-0) no clube Marapendi, na Barra da Tijuca. Marcos Daniel e Thiago Alves já tinham caído.

Folha Imagem
Saretta supera semifinal equilibrada e garante uma vaga na decisão de simples
Agora, Saretta vai disputar a medalha de ouro contra Adrián Garcia (CHI), cabeça-de-chave número 2 da competição. O brasileiro chegou a estar perdendo por 5 a 3 no segundo set, mas conseguiu a virada.

Saretta começou bem o jogo, com 3 games a 1 no primeiro set. Sem muita resistência e errando bolas fáceis, ele acabou permitindo que o argentino fechasse em 6-3. No segundo, quando perdia por 5-3, chegou a salvar matchs points e, mesmo assim, conseguiu empatar e levou para o último e decisivo set. No terceiro, o brasileiro quebrou três vezes o rival e fechou em 6-0 para delírio da torcida que empolgou o brasileiro.

"Dedico essa vitória 100% à torcida", afirmou Saretta. "Adoro esse clima de Davis, de jogo de futebol, com a torcida participando. Eu cresço em quadra. Agora falta pouco", completou.

A final deste sábado vai ser uma reedição do Pan de Santo Domingo entre Brasil e Chile, quando Fernando Meligeni sagrou-se campeão contra Marcelo Rios. "Sem dúvida, será uma grande partida contra o Adrian (Garcia), mas espero contar novamente com a torcida e ganhar o ouro para o Brasil", concluiu.

No circuito profissional, Saretta (número 138 do mundo) e Garcia (número 139) já se enfrentaram em três ocasiões, todas com vitórias do brasileiro (Challengers de Lugano e Guayaquil, em 2005, e Bogotá 2007).

Nas duplas, Marcos Daniel e o próprio Flávio Saretta não tiveram dificuldades para derrotar os jamaicanos Kenzo Campbell e Dominic Pagon por 2 sets a 0 (6-2, 6-1) nesta quinta-feira e brigam por uma vaga na semifinal nesta sexta.

Marcos Daniel também jogou a chave de simples mas foi derrotado nas quartas-de-final de simples pelo mesmo argentino vencido por Saretta nesta sexta. Número 239 do mundo, Schwank virou um jogo perdido e passou à semifinal. O terceiro brasileiro, Thiago Alves, foi eliminado ainda nas oitavas-de-final para o mexicano 444º do mundo, Santiago Gonzalez.

K-4 1000 m garante 2º ouro do Brasil na história da canoagem

O quarteto brasileiro formado por Sebastian Cuattrin, Roberto Maehler, Guto Campos e Edson Silva garantiu a medalha de ouro na categoria K-4 1000 m na canoagem dos Jogos Pan-Americanos com o tempo de 3min04s145.

Flávio Florido/UOL
Quarteto brasileiro comemora a segunda medalha de ouro da canoagem em Pans
Flávio Florido/UOL
para conquistar o ouro, os brasileiros terminaram a prova em 3min04s145
Este é o segundo ouro brasileiro na história da modalidade em Pans. Em Santo Domingo-2003, Guto Campos já havia terminado em primeiro lugar na categoria K-2 500 m ao lado de Fábio Demarchi.

"A gente treina tanto, muito mais na raça e não temos muito o que cobrar. É emocionante. A gente se compara com o Canadá, que tem toda uma equipe por trás, toda uma estrutura, todo um suporte financeiro e vê a diferença. Nós vamos muito mais no coração", disse Guto Campos.

A medalha de prata foi para a equipe canadense, formada por Angus Mortimer, Chris Pellini, Mark de Jonge e Jeremy Bordeleau, que terminou a prova em 3min04s865, enquanto os cubanos Eliecer Rodríguez, Maikel Zulueta, Jorge Garcia e Carlos Montalvo faturaram o bronze bonze ao terminarem a prova em 3min05s573.

No seu quinto Pan-Americano, Sebastian Cuattrin conquista a sua primeira medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos. Ele já possui em seu currículo sete medalhas de prata e três de bronze. "Eu fico muito orgulhoso de poder participar desse momento", disse Edson Silva.

Cuattrin já havia conquistado a medalha de prata na categoria K-1 1000 m nesta sexta-feira. Ele terminou a prova em 3min42s725, atrás apenas do canadense Angus Mortimer.

Os outros dois integrantes da equipe brasileira eram estreantes em Jogos Pan-Americanos. Edson Silva foi para Santo Domingo-2003 como reserva da delegação brasileira e nem competiu.

"Quando cheguei, em 2005, o K-4 tinha tradição e quando cheguei em 2005, essa prova já tinha prata no Pan de 2003 e em 2006 voltou a ser prata, no Campeonato Pan-Americano. Eu mudei só uma pessoa da tripulação, para ter mais força. E ganhamos", explicou o técnico húngaro Akos Angyal.

Esta é a terceira medalha do Brasil na Canoagem do Pan. Além do ouro no K-4 1000 m e da prata de Sebastian Cuattrin no K-1 1000 m, Vilson Nascimento e Wladimir Moreno levaram a medalha de3 prata na categoria C-2 1000 m.

As competições de canoagem prosseguem neste sábado na Lagoa Rodrigo de Freitas. No último dia de competições da modalidade acontecem as finais das categorias K-1 500 m masculino, C-1 500 m masculino, K-1 500 m feminino, K-2 500 m masculino, C-2 500 m masculino, e K-2 500 m feminino.

Só um brasileiro vai à final dos 110 m com barreiras; 4 x 400 m avança

Anselmo da Silva avançou à final dos 110 metros com barreiras dos Jogos Pan-Americanos nesta sexta-feira, no estádio João Havelange, o Engenhão. O brasileiro obteve o melhor tempo das três baterias das semifinais, 13s56, seguido pelo cubano Dayron Robles, que cravou 13s58.

O outro brasileiro que disputou a prova, Eder de Souza foi o quarto de sua bateria, com 13s93, e foi eliminado. Apenas os dois melhores tempos de cada bateria, além dos dois melhores tempos seguintes, que completam a série final.

Na semifinal do revezamento 4 x 400 m masculino, a equipe brasileira formada por Luis Eduardo Ambrosio, Sanderlei Parrela, Fernando Almeida e Anderson Santos terminou em terceiro lugar na segunda bateria e, com 3min05s15, avança à final, ao lado de Jamaica e Trinidad e Tobago, que ficam em primeiro e segundo lugares respectivamente.

Na outra bateria, o quarteto das Bahamas venceu, com 3min02s76, seguidos pelos dominicanos, com 3min04s65, e Estados Unidos, 3min05s01.

A equipe brasileira largou com Luis Eduardo Ambrosio, que chegou em quarto, mas conseguiu passar para o terceiro lugar, atrás de Trinidad e Tobago e Jamaica. Na passada pra Sanderlei Parrela, os brasileiros continuaram em terceiro, assim como Fernando Almeida, que fez a terceira volta, e Anderson Santos. À frente do Brasil, a equipe jamaicana ultrapassou Trinidad com o penúltimo corredor, e venceu a prova.

4 x 100 m
No revezamento 4 x 100 m feminino, o Brasil, representado por Thatiana Ignacio, Lucimar Moura, Thaissa Presti e Luciana Santos terminou em primeiro lugar na segunda semifinal, com 43s98. O segundo lugar ficou com São Cristóvão e Nevis, com 44s11; a Jamaica ficou em terceiro, com 44s12.

A outra bateria foi vencida pelas norte-americanas, que obtiveram 43s07. Cuba ficou em segundo, com 43s46, e as atletas de Porto Rico ficaram na terceira posição, com 44s05.

Na prova masculina, o Brasil teve uma disputa acirradíssima com o Canadá pelo primeiro lugar da semifinal. Por 0s02, os canadenses terminaram a prova na liderança, seguida pelo quarteto brasileiro, representado por Vicente Lenílson, Rafael Ribeiro, Basílio de Moraes Jr. e José Carlos Moreira, obteve 38s83, contra 38s81 dos canadenses. A marca brasileira foi também a segunda melhor das duas baterias.

O terceiro melhor tempo foi dos norte-americanos, que cravaram 38s93. Bahamas, Antilhas Holandesas e Trinidad e Tobago completam a lista de finalistas.

Brasil goleia Costa Rica por 8 a 1 e está na final do futsal


 

AFP
Vinícius foi o grande nome da goleada contra a Costa Rica, marcou quatro gols e...
AFP
...divide a artilharia do Pan-Americano com Falcão, que fez dois gols nesta sexta-feira.

Aos 12min39s de jogo, o capitão da equipe marcou seu terceiro gol e o terceiro da equipe em feito que garantiu um jogo tranqüilo nos outros 32 minutos de ação. Ele ainda marcaria mais um no segundo tempo.

A facilidade encontrada pelos brasileiros foi coerente com os últimos dois confrontos entre as equipes. Em amistosos neste ano, o Brasil já havia vencido por 9 a 1 e 6 a 0.

A seleção, que marcou 22 gols e sofreu apenas dois em quatro rodadas, agora aguarda o vencedor do equilibrado duelo entre Argentina e Paraguai para ver qual adversário tentará lhe tomar o ouro do inédito torneio no Rio de Janeiro.

O jogo
O primeiro gol de Vinícius saiu com cerca de um minuto e meio de bola rolando. Ele aproveitou bom passe de Falcão da direita, recebeu pelo meio da quadra em progressão e ficou de frente com o goleiro Randall Rey, que não teve chance nenhuma diante de sua finalização rasteira.

Demorou apenas mais três minutos para sair o segundo e mais bonito gol da partida. O capitão da seleção aproveitou nova assistência de Falcão - que, antes do passe, olhou para um lado e tocou para o outro - e marcou de "chaleira", por baixo das pernas de Rey.

Após três minutos, novamente, Vinícius ficou livre pelo centro. Marquinho tocou rápido e o jogador chutou rasante para 'definir' o duelo.

Depois do 3 a 0, o técnico PC se sentiu confortável para fazer a primeira leva de substituições. Sua equipe passou a tocar a bola com paciência, contente com o resultado. E a Costa Rica não abriu mão de sua postura recuada, mesmo em tamanha desvantagem.

A torcida só foi se levantar mesmo a 20 segundos do fim, quando Falcão fez das suas. Na ala direita, ele driblou dois costarriquenhos, girando de um lado para o outro. Para completar, tentou dar uma "carretilha" em direção ao gol, mas a jogada foi interceptada.

O início de segundo tempo também foi fulminante para o Brasil. Com menos de dois minutos de jogo, Valdin serviu Ciço à esquerda, e o fixo tocou com categoria para a rede. O sexto gol saiu a 13 minutos do fim, com Falcão.

O sétimo foi do pivô Betão, o seu primeiro no torneio. E o oitavo ficou por conta de Simi, em um golaço do meio da quadra, encobrindo o goleiro.

O "gol de honra" da Costa Rica saiu a um minuto do fim, com o capitão Júlio Mendez.

Esta foi a segunda maior goleada da seleção e do torneio. Na primeira fase, o time havia derrotado Cuba por 8 a 0.

Frevo dá bronze ao Brasil no dueto do nado sincronizado

As brasileiras Caroline Hildebrandt e Lara Teixeira conquistaram a medalha de bronze na disputa de dueto do nado sincronizado dos Jogos Pan-Americanos, nesta sexta-feira, no Parque Aquático Maria Lenk.

EFE
Últimas a se apresentar, as brasileiras empolgaram o público com o frevo...
EFE
...e conquistaram a medalha de bronze na disputa de dueto do nado sincronizado
Últimas a se apresentar, as brasileiras empolgaram o público, que se amontoou na metade da arquibancada que dava melhor visão à piscina, com coreografia baseada no frevo.

Antes delas, Andrea Nott e Christina Jones, dos Estados Unidos, haviam conseguido 95,500, cravando o ouro até então, à frente de Marie-Pier Bourdreau Gagnon e Isabelle Rampling, do Canadá, que tinham a prata com 95,089 pontos. Com esse cenário, Lara e Caroline saltaram n´água com a obrigação de superar as venezuelanas, que obtiveram 88,251, pelo pódio. Com 90,067, a dupla assegurou o bronze.

"Nosso objetivo foi alcançado, a medalha de bronze era nossa meta. Acredito que nossa idéia de usar o frevo foi muito feliz, já que o público identificou os movimentos e se empolgou durante toda a apresentação. A gente queria muito isso, que a torcida se divertisse", comemorou Lara. "A torcida começou a nos aplaudir antes mesmo das norte-americanas saírem da piscina, o que foi muito emocionante."

Para Carol, a dupla melhorou as médias, o que foi o principal mérito da apresentação. "Treinamos muito. Até trancamos faculdade para a dedicação ser total ao Pan", disse a estudante de administração. As notas do dueto oscilaram entre 9.0 e 9.3.

A dupla agora tem pela frente o pré-Olímpico, onde buscará uma vaga para Pequim. No Pan, somente as medalhistas de ouro se classificam para a Olimpíada. "A idéia é manter essa coreografia livre e fazer alterações no programa curto, técnico, até o ano que vem", adiantou Carol.

A medalha de bronze confirmou a posição do Brasil, já que é a mesma há oito anos. Atrás de norte-americanas e canadenses, as brasileiras pensam agora em aumentar o nível técnico.

"Mais uma vez ficamos atrás apenas desses dois países. O primeiro passo foi conseguir a média um pouquinho mais alta. Agora, vamos trabalhar mais e mais para tentar aumentar a dificuldade no que der", disse Lara.

Nesta manhã, foi realizada a segunda parte das finais, com a apresentação da rotina livre. A nota é somada ao valor obtido na primeira exibição, de rotina técnica, para a obtenção da pontuação final.

Na quarta-feira, o dueto brasileiro obteve a terceira colocação na apresentação da rotina técnica, de movimentos obrigatórios, que conta 50% da nota final. As brasileiras ficaram atrás apenas das norte-americanas e das canadenses, com 45.084 pontos, mas com certa desvantagem para as líderes. A dupla dos Estados Unidos obteve 47.250 e a do Canadá fechou o primeiro dia com 47.167.

Em Santo Domingo-2003, as gêmeas Carolina e Isabela de Moraes levaram o bronze em apresentação marcada pela superação. Na época, Carolina disputou com o pé quebrado, e chegou à piscina de cadeira de rodas. Também no Pan anterior, o Brasil terminou atrás de norte-americanas, que levaram o ouro, e canadenses, que ficaram com a prata. Em Winnipeg-99, a dupla brasileira também levou bronze.

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Brasil, de Marta, disputa o ouro no futebol

Rodrigo Castro
 

Será uma final com gosto de revanche. Nesta quinta-feira, às 12h, no Maracanã, o Brasil enfrenta os Estados Unidos na decisão da medalha de ouro dos Jogos Pan-Americanos. Um adversário tradicional e que vem atrapalhando a seleção feminina de futebol. A última vez foi em 2004, na Olimpíada de Atenas, quando o Brasil perdeu a medalha de ouro para os americanas. Após um empate de 1 a 1 no tempo normal, elas ganharam por 1 a 0 na prorrogação. O GLOBOESPORTE.COM transmite a partida em Tempo Real, a partir das 11h50m. A Rede Globo e o SporTV exibem ao vivo a decisão.

A seleção brasileira chega à final sem sofrer gols. Sobrou na competição. Tem o melhor ataque e também a artilheira da competição: Marta, com dez gols. Os Estados Unidos não disputam o Pan com a força máxima. Os americanos trouxeram uma seleção universitária, com jogadoras de até 20 anos. 

Será também o tira-teima das duas campeões Pan-Americanas. As americanas ganharam em 1999, em Winnipeg, no Canadá, na primeira vez que o futebol feminino fez parte dos Jogos. Sem a presença da seleção brasileira. Já o Brasil é o atual campeão. Faturou o ouro em 2003, em Santo Domingo, na República Dominicana. Os Estados Unidos não participaram da competição.

- Vi alguns jogos dos Estados Unidos. Tem algumas meninas que jogaram o mundial sub-20 no ano passado. São boas e fizeram uma ótima campanha no Pan. Precisamos ter cuidado - disse o técnico Jorge Barcellos, não querendo assumir o favoritismo da seleção brasileira.

- Não tem favoritismo dentro do futebol. Não ganha uma partida do lado de fora. Independentemente de quem de tem pela frente.

A técnica americana Jullian Ellis pensa diferente. Considera o Brasil a melhor equipe da competição e diz que os Estados Unidos tem uma equipe muito jovem, que já cumpriu o seu papel nos Jogos Pan-Americanos.

- Brasil é um time fantástico. Minhas jogadoras vão aproveitar e curtir muito jogar contra elas. Será uma experiência ótima. Será um jogo muito duro para a gente. O Brasil tem Marta e será muito interessante enfrentá-la.

Antes da final, às 9h, México e Canadá disputam a medalha de bronze.


 Homenagem após a partida

A melhor jogadora do mundo de futebol deixará sua marca na calçada da fama do Maracanã. Marta será a primeira mulher a ter seus pés gravados no estádio. A homenagem à camisa 10 da seleção será nesta quinta-feira, após o jogo da equipe feminina brasileira de futebol nos Jogos Pan-Americanos contra os Estados Unidos.

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